Entre as 699 instituições de ensino superior que obtiveram resultado ruim no IGC (índice educacional que mede a qualidade das universidades brasileiras), 93% são privadas. Os dados valem para o ano de 2009 e foram divulgados nesta quinta-feira (13) pelo MEC (Ministério da Educação).
O IGC mede a qualidade de uma faculdade, centro universitário ou universidade, a partir da qualidade de seus cursos de graduação e pós-graduação, em uma escala de um a cinco. Os resultados um e dois são considerados insatisfatórios. Três é razoável, e as universidades que recebem quatro e cinco são consideradas boas.
Entre as 12 instituições com IGC 1 – que serão visitadas por comissões de avaliadores do MEC, assim que começar o semestre letivo – duas são públicas: a Escola de Música e Belas Artes do Paraná e a Faculdade de Formação de Professores de Serra Talhada.
No grupo das instituições de ensino superior com IGC 2, 644 são particulares e 43 públicas – sendo uma delas federal (Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Pará- IFPA).
Mais de 2.000 instituições de ensino superior foram avaliadas em 2009 pelo MEC. A maior parte (52,7%) delas obteve conceito três, considerado razoável.
Apenas 25 universidades podem ser consideradas de excelência, com IGC 5 – 1,39%
Enquanto isso, o cidadão trabalhar se mata para pagar a faculdade. É lamentável que o ensino de base do Brasil seja tão precário, dando más aulas no ensino fundamental e médio péssimos, supostamente de graça, e fazendo com que o pobre trabalhador, que soa o dia inteiro para conseguir sustentar a família, ainda pague mensalidades absurdas em Universidades que só estão de olho em seu dinheiro. do total. As instituições de ensino superior com IGC 4, também considerado satisfatório, representam apenas 6,92%. As 12 faculdades com nota um representam 0,67% do total avaliado e as com nota dois, 38,32%.
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